- 11 de ago.
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Atualizado: 12 de ago.
Desde que abri minha primeira agência, há mais de 7 anos, talvez o cliente que mais me tirou da zona de conforto foi a MRN.
Não por ser uma mineradora de bauxita.
Publicitário está acostumado a se aprofundar nos mais diversos assuntos, para poder assimilar sua essência e transportá-la para a comunicação e cumprir os objetivos específicos do momento.
Mas pela sequência de oportunidades inéditas:
. comunicar através do prisma majoritário da responsabilidade social, ambiental e de governança;
. conhecer de perto um pedacinho da colossal Amazônia;
. produzir extensos materiais técnicos como Relatórios de Sustentabilidade e de Administração;
. conhecer e trabalhar com algumas dezenas de pessoas incríveis, tanto pelo lado DK, quanto de lá.
Uma delas foi João Batista Fernandes da Silva.
Logo na minha primeira visita, para entrevistar empregados e acompanhar produção fotográfica, tivemos uma conexão imediata, natural e descompromissada.
Quatro anos depois, o convite que elevaria o orgulho e responsabilidade a níveis amazônicos:
. editar o livro para levar à sociedade um pouco da(s) história(s) deste grande profissional e incrível pessoa, registrar seu extenso trabalho com as epífitas da Amazônia e a trajetória do Programa de Resgate, Salvamento, Multiplicação e Reintrodução da Flora na MRN.
Entregamos a obra e fomos finalistas no Prêmio Jabuti Acadêmico.
Será que valeu a pena?



